sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Fotos: Lançamento Tuiatã de Hilda Simões Lopes

    No dia 19 de outubro aconteceu o lançamento do livro Tuiatã, da autora Hilda Simões Lopes, o evento foi realizado no Bistrô do Solar que fica no Solar Palmeiro um dos cenários do livro!








quinta-feira, 19 de outubro de 2017

"O País da Suruba", um livro que retrata o Brasil pós-golpe

Carlos Motta – Luis Nassif Online

qua, 18/10/2017 - 18:56

     O jornalista Ayrton Centeno incorporou o espírito do saudoso Sérgio Porto, que sob o pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta, retratou, em vários livros, a imensa quantidade de idiotices do Brasil mergulhado numa ditadura militar - o famoso e imortal Febeapá (Festival de Besteiras que Assola o País) -, para escrever uma obra que mostra o golpe de 2016 sob um novo ângulo: o humor.
      "Um partido das mulheres sem mulheres, um deputado que discursa em defesa de um bombom, um senador que se apresta a nomear uma melancia, um presidente que troca Paraguai por Portugal e confunde Noruega com Suécia. É o que acontece em um lugar que ficou muito estranho nos últimos anos. Que país é este? Ora, é o país onde o líder do governo no Senado fala assim: 'Se acabar o foro, é para todo mundo. Suruba é suruba. Aí é todo mundo na suruba, não uma suruba selecionada.' Pode-se chamá-lo então de o país da suruba”, diz trecho do release distribuído pelo autor para divulgar o seu trabalho.

      "O País da Suruba", publicado pela editora Libretos, tem o subtítulo de “155 provas - e não apenas convicções - de como o golpe de 2016 diminuiu, ridicularizou e emburreceu o Brasil” e seu autor participará de uma tarde de autógrafos na Feira do Livro de Pelotas no dia 5 de novembro, e na Feira do Livro de Porto Alegre no dia 11 do mesmo mês, acompanhado do ilustrador Edgar Vasques e do jornalista Elmar Bones, que estarão no debate que integrará a programação.

     "Todo regime espúrio aumenta exponencialmente a produção da besteira nacional, a história se repete agora e, claro, novamente como comédia, ou, mais precisamente, como tragicomédia", explica Centeno, para acrescentar em seguida que "uma das afinidades entre os golpes de 1964 e de 2016 está no regressismo, a revanche do velho contra o novo, do arcaico contra o moderno, do passado contra o futuro". 

      O jornalista lembra uma frase do crítico literário Roberto Schwartz sobre o golpe de 1964, para mostrar a afinidade com este último: “O golpe apresentou-se como uma gigantesca volta ao que a modernização havia relegado." Ele lembra que figuras apagadas, muitas vezes caricatas, ergueram-se das sombras para encenar aquilo que Schwartz definiu como “um espetáculo de anacronismo social”.

     "E anacrônico é justamente o picadeiro feroz em que o Brasil se converteu pós-golpe de 2016", diz Centeno. "O Executivo, sob o tacão de um bando de homens brancos, ricos, velhos, retrógados e, dizem por aí, corruptos, remete diariamente à sociedade decisões toscas, cabeçadas na parede e gafes em escala industrial. O insaciável Legislativo disputa com o Executivo quem é o mais impopular. O Judiciário, antes discreto, move-se para o centro do palco, jogando-se também na fogueira das vaidades, fascínio que também engolfou promotores, procuradores e policiais, além dos donatários das capitanias hereditárias da mídia e seus comunicadores, quase todos atrelados ao discurso patronal", enfatiza o jornalista.

      Autor de outros três livros, entre eles "Os Vencedores", de 2014 (Geração Editorial), onde resgata o combate dos jovens à ditadura de 1964, Centeno, para escrever a sua última obra, compilou na imprensa, ao longo dos dois últimos anos, centenas de situações pitorescas, que selecionou para recontá-las, em "O País da Suruba", com bom humor e ironia cortante.



Tuiatã no O sul e no Ecult

   Veja as matérias que saíram o O Sul e no Ecult sobre o lançamento do livro Tuiatã da autora Hilda Simões Lopes.

 Clique aqui para ler a matéria do O Sul

 Clique aqui para ler a matéria do Ecult

    Hilda Simões Lopes, em seu mais recente romance histórico, narra a saga de sua família, que se inicia em 1720, acesa pela paixão entre um dragão oficial português e uma cigana. “Tuiatã” foi construído através de longa pesquisa bibliográfica e documental de um sangue que viveu atrelado à história do Brasil desde a segunda década do século XVIII, e participou da ocupação, formação e defesa do território da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul.

Foto Marco Nedeff

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Libretos na Pequena Feira do Livro de Ipanema

    A Libretos irá participar da Pequena Feira do Livro de Ipanema que acontecerá no próximo sábado, dia 22 das 10h às 18hs, no Brique de Ipanema. Aproveitem para curtir o sábado na nossa orla e ainda encontrar livros a preços especiais!


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Tuiatã no Almanaque Gaúcho de ZH

     O romance histórico "Tuiatã" (Libretos) é destaque na coluna Almanaque Gaúcho na edição deste final de semana de Zero Hora. O livro de Hilda Simões Lopes tem lançamento na próxima quinta-feira (dia 19 de outubro) no Bistrô do Solar (Solar Palmeiro, Praça da Matriz).


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Lançamento: Tuiatã de Hilda Simões Lopes

     Tuiatã: a história verídica de uma família em terras ocupadas em casco de cavalo, carabinas e madressilvas, um romance de Hilda Simões Lopes.

     O lançamento no Bistrô do Solar acontece dia 19 de outubro de 2017, a partir das 18h.

     Capitania de São Paulo e Minas do Ouro, 1720. Ali se encontram, vindos de Portugal, um dragão oficial da Corte e uma cigana. Ele, a serviço d’El Rei, e ela, filha de um povo perseguido. Este romance conta a trajetória secular de uma dinastia, tendo por cenário a história do Brasil e do Rio Grande do Sul. Guerras, revoluções, fugas, paixões, festas, homens corajosos e mulheres fortes atravessam as gerações. O Tuiatã será o pássaro-símbolo desta família com seu canto matinal e a presença constante junto ao ninho, em defesa dos seus. 

     O prefácio é de Tabajara Ruas e ele diz: 
    “Como este romance conta uma saga de gaúchos, vai chegar o momento – e não demora muito – em que cavalos selvagens respingando sangue das lanças que os atravessam vão surgir num galope de parar o coração com suas crinas negras estalando, mas – e eis um dos muitos fenômenos deste livro – pouco vamos ligar para o estrondo dos cavalos e cavaleiros, pois estaremos atentos, nós, leitores, às mãos fortes, mais belas que as dos homens, mãos que cerzem, tricotam, passam, lavam, vestem crianças, põem a mesa, arrumam a cama, pensam feridas, escrevem cartas e sufocam o choro, à noite, na cama, junto aos maridos. (...)”


Clique na imagem para ampliar

     Hilda Simões Lopes é natural de Pelotas/RS. Advogada e socióloga, foi professora universitária e pesquisadora da área social com foco em Sociologia do Desenvolvimento e Sociologia da Família. Tem oito livros publicados, sendo dois de Sociologia (um sobre delinquência juvenil e outro sobre a condição da mulher no Brasil) e ainda obra sobre criação literária. Na literatura, publicou dois romances, uma novela, um livro de crônicas e outro de contos. Ganhou o Prêmio Açorianos com o romance A Superfície das Águas (IEL, 1997) e foi finalista no mesmo prêmio com as crônicas Cuba: Casa de Boleros (AGE, 2000).

O livro terá também os seguintes lançamentos:
Na Feira do Livro de Porto Alegre, dia 8 de novembro às 17h,
na Feira do Livro de Porto Alegre, Sala Leste Santander, com Luís Augusto Fischer e Fausto Leitão Domingues. Os utógrafos às 18h30 na Praça de Autógrafos.
E, em Pelotas, dia 10 de novembro, às 19h, no Instituto Simões Lopes Neto.

Preço sugerido: R$52,90
16cm x 23cm
560 páginas
Com fotos
ISBN 978-85-5549-028-6

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Valesca de Assis é eleita patrona da Feira do Livro de Porto Alegre

   Ficamos muito felizes e orgulhosos em saber que a autora Valesca de Assis foi eleita a Patrona da 63ª Feira do Livro de Porto Alegre. A Libretos tem dois livros da autora em seu catálogo são eles: Um dia de gato e Vão pensar que estamos fugindo!

Valesca de Assis com Cíntia Moskovich 

Clique aqui e veja a matéria sobre a eleição da patrona do site da Câmara Rio-Grandese do Livro

Foto: Divulgação