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terça-feira, 24 de maio de 2016

Mais Coojornal

     Já estão disponíveis mais 10 edições digitalizadas do Coojornal, agora já são ao todo 13 edições digitalizadas.

    Hoje destacamos a edição de maio de 1976, o que será que era manchete há 40 anos?




     Este trabalho é fruto de uma parceria que a Libretos firmou com o Núcleo de Pesquisa em Ciências da Comunicação da PUC com o objetivo de digitalizar a coleção completa do Coojornal, editado pela Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre entre os anos de 1974 e 1982.

    Tão logo concluída a digitalização de cada matéria das 77 edições regulares e mais números especiais, elas serão disponibilizadas gratuitamente na internet, constituindo-se em um precioso documento de pesquisa e conhecimento de um período importante da história do Brasil, marcado pela reorganização da sociedade civil na luta pela redemocratização do país.



sexta-feira, 11 de março de 2016

Já estão no ar as três primeiras edições do Coojornal




      Tão logo concluída a digitalização de cada matéria das 77 edições regulares e mais números especiais, elas serão disponibilizadas gratuitamente na internet, constituindo-se em um precioso documento de pesquisa e conhecimento de um período importante da história do Brasil, marcado pela reorganização da sociedade civil na luta pela redemocratização do país.

Para acessar:
Clique no link ao lado direto para a primeira edição: https://goo.gl/kj0DSY ou acesse o site http://www.pucrs.br/famecos/nupecc/ e digite coojornal na busca.



quarta-feira, 1 de julho de 2015

Digitalização e fichamento do Coojornal

    A Editora Libretos firmou parceria com o Núcleo de Pesquisa em Ciências da Comunicação da PUC com o objetivo de digitalizar a coleção completa do Coojornal, editado pela Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre entre os anos de 1974 e 1982. Tão logo concluída a digitalização de cada matéria das 77 edições regulares e mais números especiais, elas serão disponibilizadas gratuitamente na internet, constituindo-se em um precioso documento de pesquisa e conhecimento de um período importante da história do Brasil, marcado pela reorganização da sociedade civil na luta pela redemocratização do país.


     Com isto, a Libretos finaliza o projeto “Coojornal – Um Jornal de Jornalistas Sob o Regime Militar”, iniciado em 2011, com a edição de um livro contendo 35 reportagens selecionadas e a produção de um documentário sobre a trajetória do jornal. O livro foi o vencedor do Prêmio Açorianos de Literatura, categoria Especial. A coleção que será digitalizada pelo NUPECC da Faculdade dos Meios de Comunicação Social (Famecos) estava sob a guarda da Libretos, emprestada por vários antigos associados da cooperativa.


     O Termo de Compromisso foi assinado na noite de terça-feira, dia 30 de junho, pela diretora da Libretos, Clô Barcellos, e o titular do NUPECC, jornalista Antônio Hohlfeldt. Em agosto, inicia o processo de fichamento e digitalização, que futuramente estarão disponibilizadas ao público nos portais da NUPECC e da Libretos.








terça-feira, 11 de março de 2014

De madrugada lendo o Coojornal

Texto sobre o Coojornal publicado no blog do Luiz da Motta:

De madrugada lendo sobre o cooJORNAL

Recomendo fortemente a leitura desse livro que resgata a memória do cooJORNAL – periódico mensal editado pela Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre, entre 1975 e 1982.

Ganhei da minha querida companheira de luta ambiental, Silvia Marcuzzo, e não consigo parar de ler.

O cooJORNAL  valorizava reportagens de fôlego. Sua equipe tinha coragem de retratar a realidade brasileira, apesar da ditadura.

Publicado numa Porto Alegre, que fervilhava culturalmente, época em que o Brasil sofria a hegemonia do Inter, o jornal gaúcho não deixava de dialogar com o resto do mundo – ao contrário de hoje, quando o estado parece estar cada vez mais fechado em si.

É uma aula para quem busca ideias editoriais para a prática de um bom jornalismo – com ou sem redes sociais.

Mas o que me deixou essa madrugada sem conseguir tirar o olho do livro foi o conteúdo histórico das reportagens.

Em tempos em que grandes veículos se escondem atrás de “princípios editoriais”, o livro mostra que a notícia bem apurada, bem redigida, não morre, tampouco se confunde com redes sociais.

Das matérias que li, nada ficou velho. Todo o conteúdo segue imprescindível pra entendermos o presente.
Dialogo - Exemplo disso é “Argentina – No vá más!”, primor de reportagem sobre a abertura da política naquele país, quando Videla começava a dialogar com instituições nacionais.

O relato ajuda quem ainda tenta entender como foi que tamanha bestialidade tomou conta de uma das sociedades mais avançadas da América Latina.

O autor, Geraldo Hasse, foi a Buenos Aires e trouxe uma matéria de clima - sempre comparando com um processo que o Brasil também vivia, mas que iniciara anos antes: a distensão política de Geisel: ampla, gradual e irrestrita.

A matéria lança mão da técnica que Luciano Martins Costa chamou recentemente no Observatório da Imprensa de “DNA da História”, que viria a ser adotada pelo Estadão nos anos 90.

“Tratava-se de estimular os editores a fazer sempre uma comparação dos fatos presentes com circunstâncias anteriores correlatas, por semelhança ou por divergência, para tentar entender o peso de cada dia diante da História.” (OI, dia 10/08/11)

Úmbigo - E não era por causa dessa preocupação com o resto do planeta, que o jornal gaúcho deixava de olhar pra o Rio Grande do Sul.

Exemplo disso são as impagáveis tiras do Analista de Bagé e uma dolorida matéria sobre as degolas, prática comum nas inúmeras lutas em que o espírito gaucho se envolveu.

A cena artística tampouco fica de fora: Caetano, Chico e principalmente Elis Regina.

Numa reveladora entrevista, a pimentinha, já carioca naquela época, faz papel de vítima, e direciona a conversa deliberadamente, diante dos enfeitiçados olhares dos repórteres. (Se fosse eu, também teria me deixado levar.)



Quem quiser o livro, é só acessar o site: http://www.coojornal.com.br ou na Editora Libretos

Link para a matéria original: http://luizdamotta.wordpress.com/2011/08/15/de-madrugada-lendo-sobre-o-coojornal/

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Coojornal da Feira do Livro de Canoas

     No dia 10/06 na 29ª Feira do Livro de Canoas foi exibido o documentário: Coojornal - um jornal de jornalistas sob o regime militar. Após a exibição aconteceu a palestra com o jornalista Rafael Guimaraens que participou do Coojornal e é uma dos organizadores do livro de mesmo nome que traz as principais matérias publicadas pelo jornal. A exposição com algumas capas do Coojornal continua até o dia 15/06 no Café Literário, vejam:






terça-feira, 11 de junho de 2013

Libretos na 29.ª Feira do Livro de Canoas

29.ª Feira do Livro de Canoas abre segunda semana com encontros, arte e memória
Ronaldo M. Botelho - site Prefeitura de Canoas

     No seu 10.º dia, a 29.ª Feira do Livro de Canoas intensifica o movimento entre as bancas de livros e diversifica as atividades na Praça da Bandeira. 

     No espaço infantil SESC, a escritora Valesca de Assis utilizou diferentes linguagens na apresentação de seu livro "Vão pensar que estamos" fugindo, uma abordagem infanto-juvenil sobre a história do Brasil.

  
       Trechos dessa obra foram contadas por meio de recursos cênicos, pela atriz Rosane Castro, caracterizada com roupas de época (Foto). A atividade teve o acompanhamento da própria escritora e do ilustrador do livro, Antônio Vasques, que realizou um desenho simultaneamente a interação com o público.
Oficinas e Debates

        Com abertura do espaço Usina de Quadrinhos, também tiveram início na feira as oficinas de cinema e artes visuais. Pela manhã, os autores Mateus Santolouco, Maumau e Rafael Correa realizaram a primeira oficina nesse segmento. Pela tarde, foi a vez de Lisandro Santos abordar com adolescentes as técnicas de escrita de histórias em quadrinhos, por meio de noções de preparação de um roteiro.

Enquanto a circulação prosseguia no Calçadão, no Auditório Vinícios de Moraes centenas de jovens participaram de encontros com diversos autores. Estiveram no local nesta segunda-feira os escritores Liane Guimarães, Rosana Rios, Ernani Ssó e Marina Lima Leal

Memória

       Logo mais à noite, a memória da imprensa brasileira vai ser destaque com o lançamento da obra Coojornal: Um jornal de jornalistas sob o regime militar. Além da palestra do jornalista Rafael Guimarães, integrante dessa experiência, a atividade envolveu a exibição de um documentário e de uma exposição com as capas dessa célebre publicação gaúcha.

      Além das atividades na Praça da Bandeira, a feira tem concentrado debates e encontros em diferentes pontos da cidade. Na manhã de hoje, o Ponto de Leitura da Acadef sediou o encontro com os autores da obra Sociologia da Acessibilidade e reconhecimento político das difereneças (editora da Ulbra). No Auditório da Biblioteca Pública João Palma da Silva foi realizaod o 2.º Encontro do Programa de Leitura Fome de Ler, com participação do escritor Celso Gutfreind.

Nesta terça feira, o destaque maior é da aula magna do escritor paraibano Ariano Suassuna, que vai ser realizada às 19h30 no auditório Vinícius de Moraes da Praça da Bandeira.

A 29.ª Feira do Livro de Canoas prossegue até o próximo dia 15, com atividades no Calçadão, na Praça da Bandeira e outros pontos da cidade. Confira a programação completa desse evento aqui.


Crédito da notícia: Ronaldo M. Botelho
Foto: Irineu Jardim


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Libretos na 29ª Feira do Livro de Canoas

Vejam os eventos da Libretos na 29ª Feira do Livro de Canoas

Dia 05 de junho (quarta-feira), às 14hs:

Literatura e Audiolivros com Cintia Moscovich e Leticia Schwartz 
Local: Auditório Vinicius de Moraes

Dia 06 de junho (quinta-feira), às 10hs

Hora do Conto com Luciana Celia, autora do livro Palavra tem segredo?
Haverá intérprete de Libras.
Local: Café Literário


Dia 10 de Junho (segunda-feira)

Às 15hs
Encontro com Escritor: Valesca de Assis e ilustrador Antônio Vasques
Livro: Vão pensar que estamos fugindo
Local: Espaço Infantil SESC

Às 19h30min
Sessão Cine Literário: Exibição do documentário Coojornal – Um jornal de jornalistas sob o Regime Militar e palestra com o convidado especial Rafael Guimaraes.
Livro: Coojornal – Um jornal de jornalistas sob o Regime Militar
Local: Usina de Quadrinhos

Exposição: de 09 a 15 de junho
Coojornal - um jornal de jornalistas sob o Regime Militar
Local: Café Literário - das 9h às 20h



quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Patrona e Patrono!

     A Libretos está orgulhosa de anunciar que dois de nossos autores serão patronos de duas feiras do livro este ano.

     Valesca de Assis será patrona da 1ª Feira do Livro da Zona Sul que ocorrerá nos dias 27, 28 e 29 de setembro na Praça Comendador Souza Gomes.  E Rafael Guimaraens será patrono da 21ª Feira do Livro de Carlos Barbosa que ocorrerá de 11 a 20 de Outubro de 2012.

Saiba mais sobre eles acesse:

Valesca de Assis                                                                Rafael Guimaraens

Foto: Dulce Helfer
Foto: Marco Nedeff


sexta-feira, 2 de março de 2012

Debate Coojornal

   O debate feito lançamento do livro Coojornal ocorreu no Teatro Dante Barene com a presença dos  ex-coojornalistas Jorge Polydoro, José Antonio Vieira da Cunha, Ayrton Centeno, Elmar Bones e Rafael Guimaraens. Agora também está disponível aqui!



sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Coojornal em São Paulo

       No dia 15 de dezembro a Fnac da Paulista recebeu o projeto Coojornal: trajetória de um jornal de jornalistas sob o regime militar. Além de abrir espaço para a exposição de capas do periódico, a livraria exibiu o documentário com depoimentos de fundadores, associados, colaboradores e apoiadores do Coojornal. Logo após, aconteceu o debate sobre o tema Jornalismo sob censura e a imprensa do Brasil hoje, com a participação dos organizadores do livro Elmar Bones, Rafael Guimaraens e Ayrton Centeno, além do ex-coojornalista Jorge Polydoro. Ao final, Elmar, Rafael e Ayrton autografaram o livro Coojornal: trajetória de um jornal de jornalistas sob o regime militar, editado pela Libretos.