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quinta-feira, 9 de novembro de 2017
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
"O País da Suruba", um livro que retrata o Brasil pós-golpe
Carlos Motta – Luis
Nassif Online
qua, 18/10/2017 - 18:56
O jornalista Ayrton Centeno incorporou o espírito do saudoso
Sérgio Porto, que sob o pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta, retratou, em
vários livros, a imensa quantidade de idiotices do Brasil mergulhado numa
ditadura militar - o famoso e imortal Febeapá (Festival de Besteiras que Assola
o País) -, para escrever uma obra que mostra o golpe de 2016 sob um novo
ângulo: o humor.
"Um partido das mulheres
sem mulheres, um deputado que discursa em defesa de um bombom, um senador que
se apresta a nomear uma melancia, um presidente que troca Paraguai por Portugal
e confunde Noruega com Suécia. É o que acontece em um lugar que ficou
muito estranho nos últimos anos. Que país é este? Ora, é o país onde o líder do
governo no Senado fala assim: 'Se acabar o foro, é para todo mundo. Suruba é
suruba. Aí é todo mundo na suruba, não uma suruba selecionada.' Pode-se
chamá-lo então de o país da suruba”, diz trecho do release distribuído pelo
autor para divulgar o seu trabalho.
"O País da Suruba",
publicado pela editora Libretos, tem o subtítulo de “155 provas - e não apenas
convicções - de como o golpe de 2016 diminuiu, ridicularizou e emburreceu o
Brasil” e seu autor participará de uma tarde de autógrafos na Feira do
Livro de Pelotas no dia 5 de novembro, e na Feira do Livro de Porto Alegre no
dia 11 do mesmo mês, acompanhado do ilustrador Edgar Vasques e do jornalista
Elmar Bones, que estarão no debate que integrará a programação.
"Todo regime espúrio aumenta
exponencialmente a produção da besteira nacional, a história se repete agora e,
claro, novamente como comédia, ou, mais precisamente, como tragicomédia",
explica Centeno, para acrescentar em seguida que "uma das afinidades entre
os golpes de 1964 e de 2016 está no regressismo, a revanche do velho contra o
novo, do arcaico contra o moderno, do passado contra o futuro".
O jornalista lembra uma frase
do crítico literário Roberto Schwartz sobre o golpe de 1964, para mostrar a
afinidade com este último: “O golpe apresentou-se como uma gigantesca volta ao
que a modernização havia relegado." Ele lembra que figuras apagadas,
muitas vezes caricatas, ergueram-se das sombras para encenar aquilo que
Schwartz definiu como “um espetáculo de anacronismo social”.
"E anacrônico é justamente o
picadeiro feroz em que o Brasil se converteu pós-golpe de 2016", diz
Centeno. "O Executivo, sob o tacão de um bando de homens brancos, ricos,
velhos, retrógados e, dizem por aí, corruptos, remete diariamente à sociedade
decisões toscas, cabeçadas na parede e gafes em escala industrial. O
insaciável Legislativo disputa com o Executivo quem é o mais impopular. O
Judiciário, antes discreto, move-se para o centro do palco, jogando-se também
na fogueira das vaidades, fascínio que também engolfou promotores, procuradores
e policiais, além dos donatários das capitanias hereditárias da mídia e seus
comunicadores, quase todos atrelados ao discurso patronal", enfatiza o
jornalista.
Autor de outros três livros,
entre eles "Os Vencedores", de 2014 (Geração Editorial), onde resgata
o combate dos jovens à ditadura de 1964, Centeno, para escrever a sua última
obra, compilou na imprensa, ao longo dos dois últimos anos, centenas de
situações pitorescas, que selecionou para recontá-las, em "O País da
Suruba", com bom humor e ironia cortante.
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
O país da suruba no Sarau Elétrico
O autor Ayrton Centeno participou com o seu "O país da suruba" do Sarau Elétrico no dia 26 de setembro, confira:
Ps: Lembrando que o lançamento do livro "O país da suruba" acontecerá no dia 28 de sembro a partir das 18h no Pinacoteca Bar (Rua da república, 409).
Fotos: Marco Nedeff
Ps: Lembrando que o lançamento do livro "O país da suruba" acontecerá no dia 28 de sembro a partir das 18h no Pinacoteca Bar (Rua da república, 409).
Fotos: Marco Nedeff
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Laçamento - O país da suruba
Dia 28 de setembro, sexta-feira, Ayrton Centeno recebe os
leitores no Pinacoteca Bar, a partir das 18h, para uma sessão de autógrafos com
happy hour. Venha conhecer o livro "O país da suruba" e seu autor.
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
sexta-feira, 2 de março de 2012
Debate Coojornal
O debate feito lançamento do livro Coojornal ocorreu no Teatro Dante Barene com a presença dos ex-coojornalistas Jorge Polydoro, José Antonio Vieira da Cunha, Ayrton Centeno, Elmar Bones e Rafael Guimaraens. Agora também está disponível aqui!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Coojornal em São Paulo
No dia 15 de dezembro a Fnac da Paulista recebeu o projeto Coojornal: trajetória de um jornal de jornalistas sob o regime militar. Além de abrir espaço para a exposição de capas do periódico, a livraria exibiu o documentário com depoimentos de fundadores, associados, colaboradores e apoiadores do Coojornal. Logo após, aconteceu o debate sobre o tema Jornalismo sob censura e a imprensa do Brasil hoje, com a participação dos organizadores do livro Elmar Bones, Rafael Guimaraens e Ayrton Centeno, além do ex-coojornalista Jorge Polydoro. Ao final, Elmar, Rafael e Ayrton autografaram o livro Coojornal: trajetória de um jornal de jornalistas sob o regime militar, editado pela Libretos.
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