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quinta-feira, 3 de maio de 2018

Mito ou realidade?


MITO OU REALIDADE?
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A matéria sobre um dos casos (A Noiva da Lagoa dos Barros) que será tema da exposição do segundo semestre no Memorial do Judiciário está repercutindo muito e nos deixa ainda mais animados para receber o público!...

Na exposição sobre os histórias reais que envolvem lendas e mitos, este e mais 5 casos poderão ser pesquisados e desvendados.

Confira a matéria sobre a Noiva da Lagoa dos Barros: https://goo.gl/uga5xK
Confira a matéria sobre Os Crimes da Rua do Arvoredo:
https://goo.gl/6x6wzV
Confira a matéria sobre a proposta da exposição:
https://goo.gl/Z7XBXD Ver mais

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Rafael Guimaraens em Nova Bassano

     Escola Pe. Colbachini na XIV Feira do Livro de Nova Bassano recebe Rafael Guimaraens. Os alunos  fizeram trabalhos baseados em alguns de seus livros como Tragédia da Rua da Praia; A dama da lagoa; O sargento, o marechal e o faquer e 20 relatos insólitos de Porto Alegre.

Vejam que homenagens belíssimas estão fazendo a ele.








quinta-feira, 25 de maio de 2017

Rafael Guimaraens na AABB

    O autor Rafael Guimaraens conversou com os integrantes do Clube de Leitura da Associação Atlética Banco do Brasil, no sábado, dia 19 de maio, durante encontro na Biblioteca Eduardo Haute, na sede da entidade. O Clube reúne-se semanalmente e uma vez por ano convida um escritor para um bate-papo sobre literatura e processo criativo. Rafael se disse honrado com o convite e enfatizou a importância de iniciativas de difusão do hábito da leitura. Afirmou que a literatura é a expressão artística mais envolvente, pois exige a atenção e desperta a imaginação do leitor. A seguir, falou de seus livros, especialmente A Dama da Lagoa, o preferido entre os integrantes do clube. Participou do encontro o vice-presidente Cultural da AABB Eli de Souza Figueira.









segunda-feira, 24 de abril de 2017

Eventos da Libretos na 3ª Festa da Leitura

    A Libretos participa da 3ª Festa da Leitura, na Ulbra/Canoas. Com Rafael Guimaraens e Kadão Chaves na programação. Aproveite!



segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Os mistérios da Lagoa dos Barros


     No último final de semana a Zero Hora fez uma matéria abordando os diversos mistérios e lendas da Lagoa dos Barros e esclareceu alguns deles, porém a história da noiva ficou sem explicação.


     Mas para quem quiser saber mais sobre o que realmente aconteceu com ela recomendamos o livro A Dama da Lagoa de Rafael Guimaraens, para mais informações sobre o livro acesse o link: http://goo.gl/WEFZ2p.


Para ver a matéria da Zero Hora, acesse:  http://videos.clicrbs.com.br/rs/zerohora/video/vida-e-estilo/2016/01/laplaya-lendas-que-assombram-lagoa-dos-barros/148321/

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Bate-papo com Rafael Guimaraens em Osório

     No dia 20 de agosto o autor Rafael Guimaraens esteve em Osório, a convite da Biblioteca Pública Municipal Fernandes Bastos, para falar sobre o seu livro A Dama da Lagoa.







terça-feira, 10 de junho de 2014

Finalistas do Prêmio AGES 2014

Saiu ontem à relação dos finalistas do Prêmio AGES- Livro do Ano de 2014, e três livros da Libretos estão entre os finalistas:

Infantil: Palavra tem segredo? Da autora Luciana Celia e do ilustrador Ricardo Machado

Não ficção: Rupturas instáveis: entrar e sair da música pop do autor Fabrício Silveira



Narrativa longa: A dama da lagoa do autor Rafael Guimaraens



Parabéns aos autores!


Os vencedores serão conhecidos na Noite do Prêmio AGES, que ocorrerá no dia 26 de julho, às 19h, no CCEEEV, no auditório Barbosa Lessa.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Comentários sobre A Dama da Lagoa


      O livro A Dama da Lagoa do autor Rafael Guimaraens foi lançado em novembro do ano passado e ao longos destes meses nós e o autor recebemos alguns cometários de leitores e separamos alguns vejam:



ANIGER DE OLIVEIRA, advogada:
Dos livros que li faltou falar do A Dama da Lagoa, de Rafael Guimaraens: tchê, eu que nada sabia dos acontecimentos fiquei eletrizada, querendo saber o próximo passo até o final.

LIVRARIA BAMBOLETRAS
O gaúcho Rafael Guimaraens retoma a tragédia ocorrida na gélida madrugada de 18 de agosto de 1940, entre o sofisticado bairro Moinhos de Vento e a misteriosa Lagoa dos Barros. Um dos mais impressionantes casos policiais da história de Porto Alegre.
A Bamboletras recomenda!


ADÉLIA PORTO, jornalista
Li de vereda ! Livro delicioso.

TÂNIA CARVALHO, jornalista
Oi Rafael Guimaraens, adorei o teu livro!!! Já indiquei no meu comentário da Rádio Gaúcha. Comprei na Livraria Bamboletras. Bjs

FÁTIMA FISCHER, psicóloga
Amei, li sem parar.

SAPERE AUDE LIVROS
A DAMA DA LAGOA" (Libretos), de Rafael Guimaraens, apresenta a reconstituição de um caso policial ocorrido em 1940, em Porto Alegre, RS, quando um casal de jovens da alta sociedade saiu de um baile na Sociedade Germânia. Dois dias depois, o corpo da jovem foi encontrado na Lagoa dos Barros, próxima à Tramandaí, amarrado a tijolos. Uma história que abalou a sociedade porto-alegrense tendo como palco o Brasil do Estado Novo e as incertezas da 2ª Guerra Mundial. O livro recria a atmosfera intrigante do julgamento do caso.

ZECA HONORATO, publicitário
Adorei o Dama da Lagoa.

ESTILAC XAVIER, conselheiro do Tribunal de Contas RS.
Li de uma sentada A dama do Lago. Magnífico. A história me prendeu do início ao fim. Mais, viajei à época. Muito bom mesmo. Precisa ser transformado em um filme.

CACO SCHMITT, jornalista.
Devorei a dama da lagoa. Maravilha! Gostei muito.

ELAINE LERNER, jornalista
Olha só, simplesmente adorei o livro "Dama da Lagoa". Comecei a ler e não consegui terminar. Já tem mais três pessoas na fila. Conseguiste criar um texto empolgante em cima da história.

VALTER GALVANI, jornalista
Ganhei de presente de Natal, "A Dama da Lagoa", do meu amigo Rafael Guimaraens. que pertence à uma linhagem de grande escritores, na qualidade de filho e neto. Logo depois da ritual ceia de Natal, ontem (dia 24) à noite, comecei a leitura, nos primeiros minutos de hoje. Dormi, acordei, tomei café, retomei a leitura, interrompi para o almoço e só parei agora, às 18h30min, com conclusão. Quero muito falar agora com o Rafael Guimaraens e contar a ele que devorei as 212 páginas do seu excelente trabalho, nesse primeiro dia que contei com o livro em minhas mãos. Recomendo.  O livro é uma fonte notável de referência histórica e de prazer cultural.

ANA MOURA, auditora Tribunal de Contas

Li num só fôlego e adorei, minha mãe também.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Dama da Lagoa no Literaturma

MISTERIOSA MORTE DE JOVEM DE FAMÍLIA RICA VIRA NARRATIVA DE ÉPOCA

Por Israel de Castro

    Dois jovens apaixonados mas em crise. De famílias abastadas de uma cidade provinciana. Metade do século passado. Em um baile, pinta o ciúme e eles desaparecerem. No outro dia, só o rapaz é encontrado, perambulando pela cidade, ferido. A moça sumiu. Está morta. Quem a matou? Como morreu? Poderia ser a sinopse de um thriller do cinema americano, mas é um fato real que virou livro no Brasil. É dessa história que trata o excelente A Dama da Lagoa, do jornalista Rafael Guimaraens.
Rafael se valeu do depoimento de pessoas e dos registros na imprensa da época para reconstituir, de maneira romanceada, um dos maiores suspenses de Porto Alegre. Ao longo da narrativa, ele acompanha os indícios que tentam desvendar a morte da jovem Maria Luiza Häusller, cujo corpo foi encontrado na Lagoa dos Quadros, no caminho para o Litoral Norte.

    A menina de 17 anos, descendente de alemães, estava com o namorado, o também germânico e playboy Heinz Schmeling, antes de morrer. Ele alegou que ela se matara, enquanto ambos estavam no carro do padrasto dele, mas antes a moça teria tentado assassiná-lo com a arma encontrada no porta-luvas, motivada por uma discussão. A polícia trabalhava com a hipótese de homicídio, já que o rapaz confessara como escondera o corpo da namorada. Qual era a verdade?

     O livro começa com pitadas da vida boêmia de jornalistas da época, que passeiam por ruas da Capital de 1940. A viagem pela Porto Alegre também mostra o funcionamento da imprensa escrita. O repórter que descobre o recente desaparecimento da menina é proibido de dar o furo pelo chefe de seu jornal, o Correio do Povo. “– Guarde. Não vamos publicar”, diz o editor. “– Como não?! Está tudo aí”, rebate o outro. “– Ordens de cima”, conclui. Só na sequência, com a cidade em polvorosa com tamanho crime na alta sociedade, os jornais passam a acompanhar de perto as investigações.


     Das curiosidades jornalísticas, o livro passa à luta no tribunal. De um lado, um jovem advogado tenta provar a tese de Heinz, de que ele não é o assassino, mas vítima da namorada. De outro, polícia, promotor e o advogado da família de Maria querem que o júri condene o rapaz por assassinato. O veredicto está no livro, mas a verdade até hoje ninguém sabe.

Link para a matéria no site: http://literaturma.com.br/?p=992

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Dois livros da Libretos ficaram entre os cinco melhores

        Saiu na ultima quinta-feira o resultado da votação para o "Livro do Ano, de autor nacional, para o público leitor do blog Livros A+", o Millôres dias Virão do autor Breno Serafini ficou em segundo lugar e A Dama da Lagoa de Rafael Guimaraens ficou em quinto lugar, veja a matéria:


O Beijo na Parede é o Livro do Ano nacional
Postado por redacao em 2 de janeiro de 2014 - Prêmio

Por Luiz Gonzaga Lopes
O livro O Beijo na Parede (Editora Sulina), do escritor gaúcho Jeferson Tenório foi escolhido o Livro do Ano, de autor nacional, para o público leitor do blog Livros A+, com 42% dos votos, seguido por “Millôres Dias Virão”, de Breno Serafini (Libretos), com 10%; A Condição Indestrutível de Ter Sido, de Helena Terra (Dublinense), com 8%; Barba Ensopada de Sangue, de Daniel Galera (Companhia das Letras), com 7%; e dois outros livros com cunho histórico de dois jornalistas e pesquisadores gaúchos, que empataram no 5º lugar, com 5% dos votos cada um:  Jango, a Vida e a Morte no Exílio, de Juremir Machado da Silva (L&PM) e A Dama da Lagoa, de Rafael Guimaraens (Libretos).  “O Beijo na Parede” lançado em outubro durante edição especial do FestiPoa Literária oferece uma narrativa, em primeira pessoa, com a história de João, de apenas onze anos, que através de um relato delicado e dilacerante, descreve as dores e desamparos de um cotidiano marcado por uma sucessão de abandonos. Forçado a deixar a cidade natal na companhia do pai para morar em um território estranho no sul do país, João promove o improvável encontro entre o niilismo e a cor exuberante das coisas – nativa apenas na mente de uma criança. Veja abaixo algumas opiniões sobre o livro vencedor e o quadro final de votação:

“O Beijo na Parede (Editora Sulina) rompe com as estruturas fragmentadas da maioria dos romances contemporâneos, e de forma não menos criativa, consegue nos apresentar um narrador ágil, uma história fluente, temas pesarosos com viés lírico, um personagem infantil, órfão, que desprovido de afetos acaba virando um pequeno herói cotidiano, amparando aos desgarrados que gravitam em sua órbita”.
Trecho de matéria sobre o livro no blog Livros A+ em 14 de novembro de 2013. Leia na íntegra pelo http://www.correiodopovo.com.br/blogs/livrosamais/?paged=2

“O Beijo na Parede – Jeferson Tenório – Editora Sulina. “Excelente livro, ótimo autor. Voto e recomendo. Comecei a ler o livro numa noite de chuva por indicação de um amigo.Resultado: Não pude dormir antes de concluir a leitura.Tem meu voto para o livro do ano. :) )”.
Bia Blanc – via Facebook

“O Beijo na Parede de Jeferson Tenório. Uma das maiores renovações dos últimos tempos na literatura brasileira”.
Tonhão – email: duskontra@hotmail.com – via comentário no blog

LIVRO DO ANO – 2013

AUTOR NACIONAL

1º O Beijo na Parede – Jeferson Tenório – Sulina - 42% dos votos
2º Millôres Dias Virão – Breno Serafini – Libretos – 10%
3º A Condição Indestrutível de Ter Sido – Helena Terra – Dublinense – 8%
4º Barba Ensopada de Sangue, de Daniel Galera, Companhia das Letras – 7%
5º Jango, a Vida e a Morte no Exílio, de Juremir Machado da Silva – L&PM e A Dama da Lagoa, de Rafael Guimaraens – Libretos – 5% dos votos cada

TAMBÉM RECEBERAM VOTOS OS SEGUINTES LIVROS:
A Menina Quebrada, de Eliane Brum – Arquipélago
Ithaca Road, de Paulo Scott – Companhia das Letras
Digam a Satã que o Recado foi Entendido, de Daniel Pelizzari – Companhia das Letras
Todos nós Adoramos Caubóis – Carol Bensimon – Companhia das Letras
Nada a Perder 2 – Edir Macedo – Record
Conchas, de Hermes Bernardi Jr. – Edelbra
As Duas Guerras de Vlado Herzog: da Perseguição Nazista na Europa à Morte sob Tortura no Brasil, de Audálio Dantas – Civilização Brasileira
Os Quatro Soldados – Samir Machado de Machado – Não Editora
Dias de Luta – O Rock e o Brasil nos Anos 80 – Ricardo Alexandre – Arquipélago
Terra Mátria, a Família de Thomas Mann no Brasil – Karl-Josef Kuschel, Frido Mann e Paulo Astor Soethe – Record
A Caixa de Perguntas – Elenilton Neukamp – Libretos
À Queima Roupa – Vicente Vilardaga – Leya

O Advogado, o Céu e o Inferno, de Nei J. Cougo – Independente

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Livro do Ano do blog Livros A+ do Correio do Povo

Dois livros da Libretos estão na lista dos principais lançados neste ano feita por Luiz Gonzaga Lopes, confira:

Lista de alguns livros de autores nacionais em 2013
Postado por redacao em 17 de dezembro de 2013 - Prêmio

Por Luiz Gonzaga Lopes

Para auxiliar na votação do Livro do Ano do blog Livros A+, aqui vai uma lista de alguns dos principais livros de autores nacionais lançados em 2013. Lembrando que a votação está aberta até o dia 28 de dezembro pelos comentários aqui do blog, pelos e-mails luizgonzaga@correiodopovo.com.br ou luizlopescp@gmail.com e pela página do Livros A+ no Facebook: https://www.facebook.com/livrosamais?fref=ts. Pode ser votado somente o Livro do Ano em cada categoria ou uma lista em ordem até três livros por categoria – livro de autor nacional e livro de autor estrangeiro.

VOTAÇÃO DO LIVRO DO ANO
LIVRO DE AUTOR NACIONAL

A Menina Quebrada, de Eliane Brum – Arquipélago

Barba Ensopada de Sangue, de Daniel Galera, Companhia das Letras

Jango, a Vida e a Morte no Exílio, de Juremir Machado da Silva – L&PM

Barreira, de Amilcar Bettega Barbosa – Companhia das Letras

Ithaca Road, de Paulo Scott – Companhia das Letras

Digam a Satã que o Recado foi Entendido, de Daniel Pelizzari – Companhia das Letras

Todos nós Adoramos Caubóis – Carol Bensimon – Companhia das Letras

O Sonâmbulo Amador – José Luiz Passos – Alfaguara

Conchas, de Hermes Bernardi Jr. – Edelbra

Dever – Armando Freitas Filho – Companhia das Letras

As Duas Guerras de Vlado Herzog: da Perseguição Nazista na Europa à Morte sob Tortura no Brasil, de Audálio Dantas – Civilização Brasileira

O Mendigo que Sabia de Cor os Adágios de Erasmo de Rotterdam – Evandro Affonso Ferreira – Editora Record

A Dama da Lagoa, de Rafael Guimaraens – Libretos

Toda Poesia – Paulo Leminski – Companhia das Letras

Terra Gaúcha e Artinha de Leitura, de João Simões Lopes Neto (edição Luís Augusto Fischer) – Belas-Letras

Sangue Quente – Cláudia Tajes – L&PM

O Beijo na Parede – Jeferson Tenório – Sulina

A Condição Indestrutível de Ter Sido – Helena Terra – Dublinense

A Difícil Convivência – Walter Galvani – Editora AGE

Um Operário em Férias – Cristóvão Tezza – Record

O Amante Alemão – Lélia Almeida – IEL/Corag

Divórcio – Ricardo Lísias – Alfaguara

Coruja, Qorpo-Santo e Jacaré – 30 Perfis Heterodoxos – L&PM

Fingidores – Rodrigo Rosp – Não Editora

Quatro Soldados – Samir Machado de Machado – Não Editora

Aos Sábados pela Manhã – Silviano Santiago – Rocco

Dias de Luta – O Rock e o Brasil nos Anos 80 – Ricardo Alexandre – Arquipélago

Amálgama – Rubem Fonseca – Nova Fronteira

Falso Começo – Pedro Gonzaga – ARdoTempo

Assim na Terra – Luiz Sérgio Metz – Cosac Naify

Vidas Provisórias – Edney Silvestre – Intrínseca

Mastigando Humanos – Santiago Nazarian – Record

Terra Mátria, a Família de Thomas Mann no Brasil – Karl-Josef Kuschel, Frido Mann e Paulo Astor Soethe (pode ser incluído no livro com autores estrangeiros, pois dois são estrangeiros e um autor é brasileiro o Paulo Astor Soethe)

Meus 13 Dias com Che Guevara – Flávio Tavares – L&PM

Vida Peregrina – Mariana Kalil – Dublinense

O Drible – Sérgio Rodrigues – Companhia das Letras

Millôres Dias Verão – Breno Serafini – Libretos

Na Escuridão, Amanhã – Rogério Pereira – Cosac Naify

Opisanie świata – Veronica Stigger – Cosac Naify

O Deus dos Insetos – Monique Revillion – Dublinense


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Entrevista com Rafael Guimaraens no Jornal Já

Matéria do Jornal Já de 02 de dezembro de 2013
Noiva da Lagoa volta ao local do crime

Geraldo Hasse

      Rafael Guimaraens, está na Feira do Livro de Osório, um dos municípios-cenários do livro A Dama da Lagoa, que recupera dramaticamente o crime passional de agosto de 1940, quando uma jovem da elite portoalegrense chamada Maria Luiza (Lizinka) foi “enterrada” na Lagoa dos Barros pelo namorado Heinz Schmeling. Com 216 páginas, A Dama da Lagoa, editado pela Libretos, vendeu 250 exemplares no maior evento literário de Porto Alegre, a 59a Feira do Livro.

     Neto de Eduardo Guimaraens, famoso poeta vinculado ao simbolismo, e filho do jornalista Carlos Rafael Guimaraens, Rafael não se ilude com o sucesso de vendas. O que ele mais teme é que as pessoas comecem a ler e ponham o livro de lado. Nesse aspecto as notícias têm sido boas. O cronista Liberato Vieira da Cunha deixou na banca da Libretos um bilhete com um elogio explícito ao autor.

    Com uma dezena de obras publicadas, entre eles A Enchente de 41 (em quarta edição) e O Crime da Rua da Praia (em segunda edição), que resgatou um assalto ocorrido em 1911 na capital gaúcha, Rafael não apenas contou direito a história do crime de 1940 como esboçou um painel da sociedade portoalegrense de 70 anos atrás. Logo nas primeiras páginas de A Dama da Lagoa, ao apresentar o contexto que cercou o crime, ele resume com leveza em 30 ou 40 linhas o clima germanófilo do Sul do Brasil estadonovista. É um flash revelador do envolvimento sulino com o redemoinho nazista.

     Aqui o repórter formado em 1976 revela uma habilidade muito além do jornalismo policial. Não por acaso ele confessa gostar muito de novelas policiais. Quando criança, lia Agatha Christie, depois Conan Doyle, mais tarde os clássicos Hammet, Chandler, Poe, Simenon, Rex Sout. Ultimamente está descobrindo a obra do Camilieri, criador do detetive Salvo Montalbano, “muito divertido”, segundo ele.

Nesta entrevista, Rafael Guimaraens explica seu trabalho.

JÁ – Por que o título do livro não se conecta à lenda que até hoje se refere à Noiva da Lagoa?

RAFAEL – Existe a lenda da moça vestida de noiva que aparecia para os caminhoneiros, mas na realidade Lisinka não estava noiva de Heinz. E quando foi jogada na lagoa usava um vestido azul. Coloquei A Dama da Lagoa como uma referência ao livro do Raymond Chandler, tipo uma homenagem.

JÁ – As figuras policiais do livro A Dama da Lagoa são autênticas?

RAFAEL – São reais. O delegado Gadret era um policial implacável. Tive a alegria de encontrar a filha dele na sessão de autógrafos e ela disse que o retrato do pai está fiel. Referiu uma cena em que ele vai encontrar Heinz no Hospital Alemão: “Parecia que eu estava vendo ele, com toda aquela energia”.

JÁ – Seu pai Carlos Rafael Guimaraens era respeitado como jornalista e cronista. O que pegaste dele para tua carreira como escritor?

RAFAEL – O pai escrevia muito bem. Tinha cultura, memória e um texto muito rico, no qual perpassava uma ironia com a própria erudição. Seus contemporâneos o consideram o melhor de sua geração. Convivemos muito na minha infância e adolescência. Eu lia eventualmente seus textos, mas tomei contato mais próximo com o conjunto da obra dele quando organizamos o livro Morcego em Paris, uma seleção de crônicas que venceu o Prêmio Açorianos. No prefácio, o Sergio da Costa Franco disse que o pai foi a pessoa mais inteligente que ele conheceu, o que não é pouco.

JÁ – E teu avô, o poeta Eduardo Guimaraens?

Nem o pai o conheceu, porque tinha só dois anos quando ele morreu.

JÁ – Todos os teus livros têm algo em comum: são baseados em fatos reais. Tens mais algum engatilhado?

RAFAEL – Meus livros são basicamente de jornalismo com ênfase na memória, seja de fatos pontuais, como Tragédia da Rua da Praia, Enchente de 41, Unidos pela Liberdade e A Dama da Lagoa, ou de movimentos, como Trem de Volta – Teatro de Equipe, Teatro de Arena – Palco de Resistência e Abaixo a Repressão – Movimento Estudantil e as Liberdade Democráticas. Mas em Tragédia da Rua da Praia e A Dama da Lagoa eu exercito esse possibilidade de tratar de um fato real com uma narrativa de romance ou novela.

JA – É verdade que estás escrevendo uma ficção 100%.

RAFAEL – Estou escrevendo uma história meio comédia, meio policial, cujo personagem é um músico consagrado que, por várias circunstâncias, caiu em desgraça e ganha a vida tocando sax vestido de palhaço, contratado por uma loja de calçados infantis. Ele se muda para um apartamento onde houve um crime violento e sua curiosidade o leva a várias situações divertidas e dramáticas. Por enquanto posso dizer que estou me divertindo muito e não tenho muito ideia de como isto vai acabar.

JÁ – Quanto tempo levaste para fazer A Dama da Lagoa?

RAFAEL – Essa história me interessa há muito tempo. Passei a infância no bairro Moinhos de Vento e tenho ascendência alemã por parte da minha mãe, Dona Vera, falecida em janeiro deste ano. Ela conhecia tanto o Heinz quanto a Lisinka e sempre falava da história. Várias vezes comecei a trabalhar no projeto, mas era obrigado a me desviar para outras coisas, até que no final do ano passado resolvi encarar a empreitada.

JÁ – Recorreste a algum consultor para manter o rumo da história?

RAFAEL – Posso dizer que meu consultor foi o Carlos Augusto Bisson, que recuperou a história em seu livro sobre o bairro Moinhos de Vento. Trocamos muitas ideias e cogitações.

JÁ – Foste aos locais do crime: a rua Casemiro de Abreu, a construção onde o assassino pegou os tijolos para “enterrar” a moça, o posto da Mangueira na rua Benjamin Constant, a Lagoa dos Barros?
RAFAEL – Fui aos locais. Tive muita dificuldade para encontrar o local exato onde o corpo foi sepultado na Lagoa – na verdade, não consegui. O posto de gasolina não existe mais. A construção na Bordini era um sobrado de dois andares, perto da Marquês do Herval.

JÁ – No livro há dois jornalistas rivais, um Koetz e outro Neumann, o primeiro repórter do Correio do Povo, o segundo um jornalista duplê de policial que trabalhava o Diário de Notícias: eles existiram ou são personagens inventados para retratar facetas contraditórias do jornalismo?

RAFAEL – Paulo Koetz existiu, foi o cara que achou a pérola do colar da moça, mas eu não tinha muitas informações sobre ele e acabei moldando o personagem à história. Já o repórter do Diário era um funcionário da Polícia, mas não sei o nome e não encontrei referências e, assim, fundi com o editor da Vida Policial, a revista dos investigadores.

JÁ – Percentualmente, de suas 216 páginas, quanto o livro tem de ficção? Uns 15%?

RAFAEL – Acho que é um bom percentual.

JÁ – Todos os teus livros têm um pé firme na realidade concreta, são ancorados em alguma história real, mas parece que te inclinas seriamente para a ficção. Estás seguro de que esse caminho é seguro?

RAFAEL – Neste livro que estou tentando escrever, me inspiro em algumas construções que meu pai fazia em textos mais irônicos. Mas a minha escrita é bem simples, nada sofisticada. Acho que meus livros têm como característica o ritmo da narrativa. O pior que pode acontecer a um escritor não é que as pessoas não comprem os livros dele, mas que o leitor comece a ler e desista. Penso nisso o tempo todo enquanto estou escrevendo. Por enquanto, está dando certo.

A MÃO DE CLÔ BARCELOS
Desde o infantil O Livrão e o Jornalzinho, os livros de Rafael Guimaraens são editados por Clô Barcelos, a alma da Libretos, a editora mais em evidência no panorama literário riograndense. Com cerca de 50 títulos, todos com o rigor crítico da ex-diagramadora da Plural Comunicação (revistas Amanhã e Aplauso), a pequena editora familiar teve em 2013 o seu ano mais produtivo: lançou 12 livros – cinco autosustentados, cinco copatrocinados e dois incentivados. É uma evolução significativa em relação aos seus primeiros anos, quando a Libretos subsistiu graças à edição, produção e lançamento de livros patrocinados ou incentivados por leis culturais. Apesar do sucesso da parceria, Clô e Rafael temem que o excesso de visibilidade possa criar percalços para a sustentabilidade da editora. “Quanto mais alto o voo, maior o risco”, diz ela.



terça-feira, 3 de dezembro de 2013

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Libretos no ABC de domingo

     Saiu no ABC de domingo a resenha dos livros A Dama da Lagoa e do Sobe e desce com a Nina, vejam:





segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A Dama da Lagoa no O Sul

     Saiu ontem no O Sul uma matéria sobre o livro A Dama da Lagoa de Rafael Guimaraens, vejam:

Clique na imagem para ampliar

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

A Dama da Lagoa no Correio do Povo

    Saiu ontem, 07 de novembro, no jornal Correio do Povo sobre o livro A Dama da Lagoa:


Fotos: Lançamento A Dama da Lagoa

    Ontem, 07 de novembro, foi lançado o livro A Dama da Lagoa do autor Rafael Guimaraens na 59ª Feira do Livro de Porto Alegre, veja como foi:


















Fotos: Marco Nedeff