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terça-feira, 27 de março de 2018

Fotos: Rafael Guimaraens no aniversário de Porto Alegre na Saraiva

     Rafael Guimaraens fala sobre seu método de trabalho no aniversário de Porto Alegre, na Saraiva do Praia de Belas. Autor de mais de 15 livros, Rafael Guimaraens dedica-se à memória de fatos escolhidos. Muitos são intrigantes microhistórias. Outros, eventos importantes para a comunidade que não foram suficientemente abordados.

    Segundo professor Afonso, um dos presentes: "Rafael Guimaraens apresenta uma honestidade intelectual acima da média".

    Na livraria Saraiva, oito títulos de Rafael estão disponíveis. Inclusive alguns como Mercado Público, Trem de Volta - Teatro de Equipe e Unidos pela Liberdade, quase esgotados. Aproveite!









Fotos do evento: Marco Nedeff.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Libretos na Feira de Quadrinhos da Hemb

    No dia 29 de janeiro aconteceu a Feira de Quadrinhos na Hemb, além das bancas com descontos (a Libretos era uma delas) que foi pode conhecer de perto o trabalho de alguns autores e ilustradores.

    Dentre eles estavam o Cláudio Levitan que publicou pela Libretos "A vaca transparente"e o ilustrador Edgar Vasques, que junto com o autor Rafael Guimaraens publicou pela Libretos "Tragédia da rua da praia em quadrinhos" além de participar dos livros "Rua da praia um passeio no tempo" e "Mercado público: palácio do povo".



Fotos: Hemb

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Quatro livros finalistas no Açorianos

     Quatro livros publicados pela Libretos são finalistas do Prêmio Açorianos de Literatura 2013 em três categorias:

Ensaio de literatura e humanidades:
 - Rupturas Instáveis - entrar e sair da música pop do autor Fabrício Silveira

Capa: 
- Mercado Público Palácio do Povo - capa de Clô Barcellos
- Sete de Abril - o teatro do imperador - capa de Clô Barcellos

Projeto Gráfico:
- Palavra tem segredo? - projeto gráfico de Clô Barcellos e Ricardo Machado.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Mercado Público: Bate-papo com Rafael Guimaraens e Dóris Saraiva

    Comemorando a reabertura do Mercado Público da Capital, que esteve fechado devido a um incêndio, a FNAC Porto Alegre e a Editora Libretos convidam para um bate-papo com o jornalista e escritor Rafael Guimaraens, autor do livro Mercado Público Palácio do Povo, sobre a história do prédio e a arquiteta Dóris Saraiva que integrou a equipe de restauração do mercado na década de 90.



Dia 17 de setembro de 2013 - 19h
Fnac Porto Alegre - Barra Shopping Sul
Av. Diário de Notícias, 300

sábado, 31 de agosto de 2013

Dois títulos da Libretos no Jornal Fala Brasil de agosto

  No Jornal Fala Brasil de agosto saíram duas resenhas de livros da Libretos, uma sobre o Mercado Público Palácio do Povo e a outra sobre o A vaca transparente, vejam:




sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Rafael Guimaraens fala sobre o incêndio do Mercado

     Veja a entrevista com o jornalista e autor do livro Mercado Público Palácio do Povo sobre o incêndio do Mercado Público. A entrevista foi ao ar no dia 13/07 na Band no programa Imóvel Class:

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Rafael Guimaraens nos conta a trajetória do Mercado

   Leia a matéria escrita pelo jornalista Rafael Guimaraens sobre o Mercado Público de Porto Alegre publicada na Zero Hora de Sábado (20/07/13). Autor do livro Mercado Público Palácio do Povo.

A essência da cidade
     Projetado pelo arquiteto alemão Friedrich Heydtmann, prédio resistiu a outros incêndios antes do ocorrido no dia 6

   O incêndio do Mercado Público, felizmente não tão grave como alarmavam as primeiras imagens, reavivou a paixão das pessoas por este edifício imponente que começou a ser construído há exatos 150 anos e tem resistido aos ataques das forças da natureza (quatro incêndios e uma enchente) e da estupidez humana (inúmeras tentativas de demolição). Na mídia e nas redes sociais, um dilúvio de declarações apaixonadas e relatos de vivências foi dedicado à velha fortaleza ferida. Aliás, foi esse sentimento de amor incondicional da cidadania que preservou o Mercado de tantos desastres e conspirações.

    Diante de mais este episódio, é lícito especular: afinal de contas, o que o Mercado Público de Porto Alegre tem de tão especial que o diferencia dos demais? Os mercados nascem na Idade Média para organizar as operações comerciais – escambo, trocas de mercadorias, mais tarde, compra e venda de produtos – e, imediatamente, se tornam os lugares onde acontecem as relações humanas na forma mais rica e despojada. Assim, a primeira curiosidade de um turista é conhecer o mercado público da cidade que visita, porque sabe que ali encontrará a essência daquele lugar. Qual a essência de Porto Alegre que o nosso Mercado contém?

    Ele nasce em um período em que Porto Alegre experimenta um ciclo de prosperidade, entre o final da Revolução Farroupilha e a Guerra do Paraguai. Pela lealdade ao Império durante o conflito gaúcho e pela sua posição geopolítica estratégica durante a disputa com os paraguaios, a cidade é premiada com investimentos federais significativos que justificam uma construção daquele porte. Portanto, na sua gênese, está presente a ignomínia historicamente tangenciada: Porto Alegre de costas para os ideais farroupilhas – e recompensada por isso.

    Parênteses: houve, antes dele, um pequeno mercado construído nos limites da atual Praça 15, que se chamava Praça Paraíso, nome herdado de um bordel situado nas imediações, o que agregará um rescaldo boêmio e libertino à composição humana do novo Mercado. Haverá estabelecimentos específicos para esta clientela.

    No centro do sólido quadrilátero projetado pelo arquiteto alemão Friedrich Heydtmann, o imenso pátio foi livremente ocupado por tabuleiros que ofereciam todo o tipo de produtos – incluindo o mocotó, servido em caldeirões ferventes pelas pretas minas, as chamadas “escravas de ganho”, que, ao fim do dia, eram obrigadas a repartir os dividendos com seus feitores. Quando alguém da Intendência resolve cobrar aluguel pelos tabuleiros, as pretas minas são excluídas, ocupando seu lugar os que podem pagar as taxas municipais.

    A exclusão social, portanto, está presente nos primórdios do Mercado, mas as pretas minas deixam marcas muito profundas, tanto na futura culinária, quanto no imaginário popular. O Mercado estará definitivamente vinculado à tradição cultural e religiosa de matriz africana, mística, que será reforçada pelo assentamento do Bará, o lascivo e debochado orixá, santidade dos cruzamentos, que irá proteger o prédio e seus frequentadores pelo resto da eternidade.

    O progresso circunda a fortaleza de Heiydtmann. Caminhões substituem as carretas; os bondes puxados a burro abrem alas para os bondes elétricos, mais tarde os ônibus; automóveis no lugar das carruagens; luz elétrica, ruas e aterramentos, um porto no lugar das antigas docas. E o progresso começará a fustigar o Mercado.

   Não por acaso, as tentativas de demolição irrompem nos momentos autoritários. A primeira ao final do Estado Novo. Não há outra alternativa: o Mercado será demolido, anuncia o Correio do Povo, em 27 de junho de 1945. Uma fonte da prefeitura justifica: “É uma pena que ele desapareça, pois tem a sua tradição, mas se estará contribuindo para atender melhor ao público e embelezar a cidade, afastando do Centro pontos de reuniões suspeitas, espetáculo chocante aos olhos dos forasteiros”. Como vemos, linguagem própria do discurso estadonovista da ordem e da eugenia.

    Em 1966, recém-instalada a ditadura militar, o Mercado Público foi novamente ameaçado. Diz o que foi chamado de “parecer técnico” da prefeitura sobre o Mercado: “Tanto a imprensa como o povo vivem a reclamar a sujeira (...) a área transformada em babel de tendas e tendinhas, e de abrigos sujos, sem proveito nenhum ao abastecimento público, e que se tornaram elementos de deterioração social, como foco da malandragem, parada da prostituição, acoitamento de negócios ilícitos, a desfigurar a estética do centro urbano e a comprometer os focos da cultura do povo, que se apresenta, assim, ao primeiro contato com os que nos visitam, sem nenhuma emoção de beleza...”

    As tentativas de demolição se prolongariam por 10 longos anos, período em que a tecnocracia autoritária reinante punha abaixo prédios históricos, substituindo-os por equipamentos “modernos” e funcionais. O Mercado seria o próximo, para dar lugar a uma avenida que uniria a rua Siqueira Campos à Avenida Júlio de Castilhos. Com isso, os motoristas não precisariam fazer a curva no final da Borges e, assim, ganhariam seis preciosos segundos em seu trajeto. Isso mesmo, leitor: o Mercado seria demolido por causa de seis segundos.

    Foi o poeta Mario Quintana quem acionou o despertador geral: “Se o Mercado for demolido, onde colocaremos nossos fantasmas?”. A ele se somaram Vasco Prado, Zoravia Bettiol, Maurício Rosenblatt, jornalistas, os líderes comunitários (da histórica Fracab), os frequentadores avulsos. A cidade acordou e percebeu que era possível resistir. O Mercado sobreviveu, mas ainda sofreria com o descaso e a leniência, combustíveis para dois grandes incêndios durante a década de 1970.

    Os fantasmas – não os de Quintana – foram ficando pelo caminho, mas não podem ser subestimados: as tragédias, a ignomínia, a exclusão social, o autoritarismo, a tecnocracia, o preconceito, o descaso, a leniência, a estupidez. Firme e forte, o Mercado atrai multidões porque guarda dentro dele o que tem a cidade de melhor – o trabalho, a camaradagem, o convívio, o afeto, a devoção, o namoro, a democracia, a culinária, os sabores e aromas, as especiarias, a boemia, a celebração da vida de todas as maneiras conhecidas (e pequenas contravenções, vá lá: jogo do bicho, agiotagem, punga).

    Questão de justiça: além da proteção dos orixás, além da energia renovada de seus 300 mil frequentadores diários, além do carinho de toda a cidade ou quase toda, além do deslumbramento dos turistas, objetivamente o Mercado resistiu aos quatro grandes incêndios pela solidez da sua construção original. Axé, Friedrich Heydtmann! E, no caso recente, pela genialidade do arquiteto que, na grande restauração de 1997, projetou a cobertura acima do nível do Mercado, com um vão suficiente para proporcionar a climatização interna e, no caso do incêndio do dia 6, permitir a dispersão das chamas, o que preservou toda a estrutura. Ave, Teo Meditsch!

Rafael Guimaraens

terça-feira, 11 de junho de 2013

Libretos no Prêmio Ages

     Três livros da Libretos são finalistas do Prêmio Ages: categorias especial - Publico: palácio do povo de Rafael Guimaraens, poesia - Luta + vã de Álvaro Santi e narrativa longa - Outonos de Fogo de Marcel Citro, agora é só esperar o resultado! Parabéns aos autores pelo excelente trabalho!


sexta-feira, 22 de março de 2013

A tradição do Bará do Mercado

        No livro Mercado Público Palácio do Povo tem um capítulo específico sobre o assentamento do Bará, para quem quiser saber um pouco mais veja este documentário sobre "A Tradição do Bará do Mercado", que teve direção de Ana Luiza Carvalho da Rocha.



Disponibilizado no Youtube por: Edgar de Xango Aganju.

terça-feira, 19 de março de 2013

Mercado Público Palácio do Povo na Estação Cultura


       Entrevista com o autor Rafael Guimarens, com o fotógrafo Marco Nedeff e com o fotógrafo Ricardo Stricher no programa Estação Cultura de 23/01/2013 sobre o livro Mercado Público Palácio do Povo lançado pela Editora Libretos em 2012 com patrocínio do Banrisul através da Lei de Incentivo a Cultura.


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Esquina Madita e Mercado Público estão entre as dicas de Roger Lerina

    Roger Lerina, colunista da Zero Hora, destaca os livros Esquina Maldita e Mercado Público: palácio do Povo, a matéria foi publicada no dia 06/11, vejam:

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Mercado Público no Jornal do Comércio

     Saiu hoje (08/11) uma matéria sobre o livro Mercado Público: Palácio do Povo no Jornal do Comércio, veja:

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Lançamento Mercado Público: Palácio do Povo

     Ontem (06/11) aconteceu o lançamento do livro Mercado Público: Palácio do Povo na 58ª Feira do Livro de Porto Alegre, os autores falaram sobre a importância do Mercado na formação cultura, humana e econômica da cidade. Após o evento eles fizeram uma sessão de autógrafos na Praça Central. Vejam:






















Fotos: Kiran Federico León

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Mercado Público: Palácio do Povo na Zero Hora

Hoje o livro Mercado Público: Palácio do Povo saiu no Segundo Caderno de Zero Hora, vejam:

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"Um livro para o Mercado"

       Hoje (06/11) o jornal Metro de Porto Alegre destacou o lançamento do livro Mercado Público: Palácio do Povo que acontecerá hoje na 58ª Feira do Livro de Porto Alegre a partir das 18h. Vejam:

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Libretos no Caderno da Feira de ZH

      Saiu no Caderno da Feira de Zero Hora uma matéria intitulada "Lugar, Lugares" sobre a recuperação de lugares em Porto Alegre, ficamos felizes em ver que os livros citados são da Libretos, como Porto Alegre invisível, Mercado Público: Palácio do Povo, Esquina Maldita e Sete de Abril: o teatro do imperador, vejam:

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Hoje lançamento do livro Mercado Público: Palácio do Povo

      A partir das 18h haverá um bate-papo sobre a importância do Mercado na formação econômica, cultural e humana de Porto Alegre na sala oeste do Santander Cultural e a sessão de autógrafos será em seguida às 20h na Praça Central.

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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Livro sobre o Mercado Público no jornal O Sul

     Saiu no jornal O Sul uma nota sobre o lançamento do livro Mercado Público: Palácio do Povo que acontecerá amanhã na 58ª Feira do Livro de Porto Alegre a partir das 18h na sala oeste do Santander Cultural, seguido da sessão de autógrafos às 20h na Praça Central.

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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Mercado Público na Zero Hora

Saiu na Zero hora de ontem (25/10) Roger Lerina destacou na Contracapa a ilustração de Edgar Vasques, que é uma alusão ao que aconteceria com o Mercado Público de Porto Alegre caso alguns projetos tivessem sido levados adiante.


     Esta história e muitas outras estão no livro Mercado Público: Palácio do Povo, que já está à venda nas melhores livrarias e na Banca da Libretos na 58ªFeira do Livro de Porto Alegre, estamos na Rua dos Andradas. O lançamento será no dia 06/11 às 18h na sala oeste do Santander Cultural.

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Libretos entrega o livro Mercado Público ao Banrisul

      Ontem (25/10) a editora Libretos e os autores do livro Mercado Público: palácio do povo entregaram aos exemplares destinados ao Banrisul, patrocinador do livro, através da lei de Incentivo Cultural do Ministério da Cultura. Estavam presentes: O Presidente do Banrisul Tulio Zamin, o Diretor de Marketing Guilherme Cassel, a diretora e sócia da Libretos Clô Barcellos e os autores Rafael Guimaraens, Edgar Vasques e Marco Nedeff.


Tulio Zamin, Rafele Guimaraens e Clô Barcellos

Tulio Zamin, Edgar Vasques, Rafael Guimaraens e Marco Nedeff


Guilherme Cassel, Edgar Vasques, Tulio Zamin, Rafael Guimaraens
Marco Nedeff  e Clô Barcellos

   
Fotos: Kiran Federico León