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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Governar na crise na 63ª Feira do livro de Porto Alegre

   Veja como foi o lançamento do livro Governar na Crise, de Marco Weissheimer, na 63ª Feira do Livro de Porto Alegre:








Fotos: Marco Nedeff

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Feira do Livro do Colégio ACM

     A Libretos participa da Feira do Livro do Colégio ACM. O homenageado é Moacyr Scliar, que dá nome à Biblioteca. Prestigiem!

    Com a presença dos autores Marco Weissheimer e Rafael Guimaraens.


sexta-feira, 7 de abril de 2017

terça-feira, 7 de março de 2017

Fotos: lançamento-show-debate do livro Governar na Crise

      Autocrítica fortalece. E é preciso. Marco Weissheimer assumiu um compromisso: reunir ideias, críticas, sugestões. O que é Governar? "Este livro é um tijolinho na construção da 'Cidade que Queremos'"

E o som? Uma chuva fresca e revigorante. A Libretos Editora dedica, àquela noite, uma dose extra de otimismo.

    Veja como foi o lançamento-show-debate do livro Governar na Crise: um olhar sobre o governo Tarso Genro 2011/2014 de Marco Weissheimer que aconteceu no dia 06 de março produzido pelo Coletivo A cidade que queremos, do Clube de Cultura





Fotos: Ricardo Stricher


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Governar na crise: lançamento-show-debate

     Com a honrosa produção do Coletivo A cidade que queremos, do Clube de Cultura e do autor Marco Weissheimer, convidamos para lançamento-show-debate em 6 de março, segunda-feira, 19h30, no Clube de Cultura (Ramiro Barcelos, 1853).

"Governar na Crise" – Um olhar sobre o governo Tarso Genro. 2011/2014", de Marco Weissheimer.

Após a apresentação do livro haverá debate e show.


De olho na programação:
19h30 - Apresentação do livro e debate
21h30 - Show com Renato Barcelos e Gugga Rays

Promoção:
- Coletivo A Cidade Que Queremos Porto Alegre
- Clube de Cultura

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Governar na Crise no Sul21 por Céli Pinto

    Matéria sobre o livro Governar na Crise, de Marco Weissheimer, que saiu no Sul21 no último dia 25.

Governar na Crise - Por Céli Pinto

     A leitura do excelente livro “Governar na Crise”, de Marco  Weissheimer, sobre o governo Tarso Genro, nos obriga a perguntar: quando teremos novamente uma proposta de governo como aquela?

O livro traça uma radiografia muito completa sobre o governo de Tarso Genro, mostrando todas as propostas e realizações. Não se trata de um elogio fácil, certamente muitas das propostas não conseguiram ser realizadas completamente, outras talvez pudessem ter sido melhor formatadas, mas o que fica muito claro é que havia uma proposta de governo e ela  tinha uma concepção política ideológica precisa: era democrática, tinha uma preocupação central com o social, com as classes populares, com o funcionamento correto dos serviços públicos. Mas nada disto foi suficiente para impedir a derrota de Tarso e, em 2016, do PT  nas eleições  municipais de Porto Alegre.

     No capítulo do livro que analisa esta derrota, Tarso Genro é entrevistado e afirma que  “perdemos pelos nossos acertos; perdemos porque perdemos a opinião pública.”  Concordo com o governador e a questão agora é saber porque, apesar  dos acertos,  perdemos a opinião pública.

     A questão da mídia, tanto nacional como regional, cumprindo com grande eficiência a tarefa de desconstruir o PT, sempre deve ser considerada como um ator fundamental.Mas o que não podemos  esquecer é que esta mídia não mudou nos últimos três anos, os ataques aos governos petistas pela Globo e especialmente pela RBS, no Rio Grande do Sul, foram constantes deste a primeira vez que o PT assumiu a prefeitura de Porto Alegre com Olívio Dutra. O que aconteceu é que, em um certo momento, o massacre da mídia tornou-se o princípio da verdade.

    Podemos refletir sobre esta questão, a partir da problemática da rearticulação do capitalismo internacional e nacional.  Podemos refletir a da crise política  e dos repetidos escândalos de corrupção.
Penso que estes fatores devem ser levados em consideração, mas temos de pensar analítica e politicamente e responder uma outra  questão: por que o eleitor vota agora na direita? Votou em massa em prefeitos conservadores, neoliberais em figuras que transitam nas margens da caricatura, como o atual prefeito de São Paulo.

     Muitas críticas foram feitas ao PT, e uma das mais fortes é que o partido se afastou dos movimentos populares. Isto é verdade. Um partido no governo por muitos anos se deturpa, não por questões morais, por gosto pelo poder e outras quimeras desta natureza. Deturpa-se porque governar é o esforço do possível. Cada pequena vitória, que parece as vezes prosaica para o cidadão  comum, custa muitas vezes grandes acordos. Isto é da natureza do governar em regimes democráticos e nós vivíamos em um regime democrático com todas as mazelas que a democracia traz consigo.

     Mas o afastamento dos movimentos sociais, discutido repetidamente dentro do próprio PT, não explica o voto na direita, pelo simples fato de que imensa maioria dos eleitores que votaram no PT nunca pertenceram a nenhum movimento social, não era esta a militância que fazia a maioria votar no PT. Quem votava no PT, e agora votou no Marchezan, no Doria, no Crivella e outros da mesma linha, são homens e mulheres trabalhadores, simples, que acreditavam no PT, que melhoraram de vida nos governos petistas, mas que viram o partido desmoronar. Não foram os governos petistas que desmoronaram, foi o partido. Tarso Genro fez um bom governo no Rio Grande do Sul. Haddad foi certamente o melhor prefeito do Brasil durante a sua gestão. Mas isto não resultou em ganhos para os candidatos em 2016.

    Junto aos velhos eleitores petistas que abandonaram o partido está uma juventude, que possivelmente é a massa do eleitorado que não compareceu às urnas. É um eleitorado, muitas vezes de esquerda, mas não petista e não partidário. O PT, para quem tem 20 anos, é o velho. Desde que se deram conta da vida, o PT era o governo, era a autoridade a ser batida. E os jovens têm razão. O PT atualmente é um partido de pessoas velhas, na sua grande maioria.

     Não  parece razoável pensar que o PT morreu, mas para que o partido possa se apresentar novamente com uma proposta vitoriosa eleitoralmente, para que possamos ter na disputa política as questões de desenvolvimento, de democracia, de igualdade como centrais, o partido tem de enfrentar suas mazelas. A renovação é urgente. O pacto democrático que possibilitou a viabilidade política do PT se esgotou. E o PT é parte deste pacto, superá-lo exige um esforço político hercúleo.

    A história do surgimento do PT é a história do novo em um cenário de pacto político (não democrático, porém pacto) esgotado. O PT pode ser  um ator  importante na construção de um novo pacto  democrático no Brasil, mas não está escrito nas estrelas que será. E esta é a realidade a enfrentar. O PT tem de novamente dizer ao povo brasileiro a que veio, para rearticular sua bases e sair do imobilismo das discussões intra partidárias.

Céli Pinto é Professora Titular do Departamento de História da UFRGS.


Governar na Crise na Nuvem de Livros

      O livro Governar na Crise: um olhar sobre o governo Tarso Genro 2011/2014, do autor Marco Weissheimer, estará em breve na Nuvem de Livros.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Autores: Marco Weissheimer

      Bacharel e mestre em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Trabalha com mídias digitais desde 2001, quando a Agência Carta Maior foi lançada na primeira edição do Fórum Social Mundial, em Porto Alegre. Nesse mesmo período, foi tradutor e editor das primeiras edições em português do jornal Le Monde Diplomatique. Editor do blog RS Urgente desde 2005. Autor de diversos livros e artigos publicados no Brasil e no Exterior. Em 2016, é repórter no site Sul21 em Porto Alegre.


Foto: Adriana Franciosi

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Fotos: lançamento Governar na Crise

   Veja como foi o lançamento do livro de Marco Weissheimer, Governar na crise: um olhar sobre o governo Tarso Genro - 2011/2014 que aconteceu no dia 19 de janeiro de 2017. Participaram do debate Mercedes Cánepa, doutora em Ciência Política e professora do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Departamento de Ciência Política da UFGRS e o ex-governador Tarso Genro.    










segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Lançamento - Governar na crise de Marco Weissheimer

    Dia 19 de janeiro (quinta-feira) às 18h30 acontecerá o lançamento do livro Governar na crise: Um olhar sobre o governo Tarso Genro - 2011/2014 de Marco Weissheimer. O evento será realizado no Auditório do Sindicato dos bancários de Porto Alegre e região (General Câmara, 423 - 3º Andar)

Clique na imagem para ampliar


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Novidade! Livro Governar na crise

     O livro Governar na Crise - um olhar sobre o governo Tarso Genro 2011/2014 de Marco Weissheimer traz relato sobre a experiência de um governo no Estado do Rio Grande do Sul em um cenário de crescente subordinação da política ao financeiro.  O governo Tarso Genro (2011-2014) se propôs a enfrentar a crise financeira do Estado com uma receita que navega na contracorrente da maioria dos governos: apostar no crescimento da economia estadual como caminho para enfrentar a crise financeira, o endividamento e as desigualdades sociais. Um dos objetivos deste trabalho também é provocar uma reflexão: qual governo é possível diante de um cenário de tantas restrições? Que tipo de prática é necessária para superar esses limites e concretizar a melhor promessa da política: promover o bem comum e um convívio humano mais feliz, justo e próspero?

Preço: R$30,00
ISBN 978-85-5549-019-4
224 páginas
brochura com orelhas 
formato 14cm x 21cm